O faturamento do setor durante o primeiro semestre foi de R$ 8,4 bilhões, segundo dados contidos na 24ª edição do relatório “WebShoppers”, realizado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Este volume é superior aos R$ 8,2 bilhões registrados durante todo o ano de 2008.
A entrada da baixa renda nesse canal de vendas é um dos fatores positivos que contrapõe com a pequena retração de crescimento sofrida no comparativo do ano passado.
Dados divulgados recentemente pela e-bit comprovaram que 61% dos novos entrantes no comércio eletrônico brasileiro, entre janeiro e junho de 2011, possuíam renda familiar de até R$ 3 mil.
Expectativas para o final de 2011 Tudo indica que o comércio eletrônico apresente um faturamento de R$ 18,7 bilhões ao final do ano, o que representaria um acréscimo nominal em torno de 26% em relação a 2010, quando o setor faturou R$14,8 bilhões. Com o passar dos anos, nota-se que 55% das vendas anuais pertencem ao período entre 1º de julho e 31 de dezembro, o que deve significar um faturamento total de R$ 10,3 bilhões em vendas, durante a segunda parte do ano (excluindo compras coletivas, venda de automóveis, passagens aéreas e sites de leilão virtual). “Temos a expectativa de fechar o ano com uma base de 32 milhões de pessoas que já fizeram pelo menos uma compra online até hoje”, afirma Umberti. São esperados aproximadamente 29 milhões de pedidos durante o 2º semestre do ano. |
A segurança no e-commerce
Outro estudo tentou compreender melhor a percepção dos usuários quando o assunto é segurança no ambiente de compra online. O levantamento, feito a partir de respostas de 2.043 e-consumidores de todo o Brasil, apontou que 81% dos usuários acessam a internet com a finalidade de fazer uma compra online, seja em uma loja virtual, um clube de compras ou site de compras coletivas. “Percebemos que a segurança que as lojas virtuais transmitem é algo de suma importância para que seus clientes possam finalizar o processo de compra. Com essa pesquisa em mãos, acreditamos poder orientar os varejistas virtuais em relação a esse tema e auxiliar de alguma forma a conversão em vendas”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A pesquisa também relatou que a utilização do internet banking ainda é um obstáculo entre os e-consumidores: 26% não utilizam esse serviço. Dentro desse universo, 58% dos usuários afirmaram não se sentirem seguros com as operações bancárias online. Ainda de acordo com números revelados pela pesquisa, 70% dos respondentes se sentem mais seguros com as compras na internet atualmente do que há dois anos. |



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